O dimensionamento adequado de uma equipe de compradores é um dos desafios centrais para garantir eficiência e otimização dos processos de Procurement. Uma pesquisa recente realizada com executivos do Supply Leaders Club trouxe insights valiosos sobre os principais fatores levados em conta ao definir o tamanho da equipe de compras.
Ao perguntarmos “o que sua empresa considera mais relevante ao dimensionar a equipe de compradores?”, as respostas foram distribuídas da seguinte forma:
A predominância da escolha por uma combinação de ambos sugere que as empresas buscam um balanço entre o volume financeiro movimentado e a quantidade de processos gerenciados. Isso reflete a complexidade do Procurement moderno, onde a carga de trabalho não é definida apenas pelo dinheiro movimentado, mas também pelo volume de transações e a gestão de contratos.
Perguntamos aos executivos quais são as métricas mais eficazes para medir a performance dos compradores. As principais foram:
A pesquisa evidencia que, além do volume gerenciado, a rapidez e a capacidade de agregar valor financeiro são fatores essenciais para a formação de um time eficiente. O alto percentual atribuído ao volume de RFQs/RFPs demonstra que a agilidade no processamento e a capacidade de lidar com múltiplas solicitações são diferenciais competitivos.
Outro aspecto importante levantado foi o número ideal de compradores por empresa. Com base nas respostas, as companhias costumam adotar diferentes abordagens:
Além disso, há um fator crítico a ser considerado: a complexidade das categorias gerenciadas. Em categorias estratégicas, onde as negociações são mais sofisticadas e exigem um nível alto de análise, a tendência é um número maior de compradores mesmo para um volume menor de spend.
Os resultados da pesquisa confirmam que não existe um “modelo único” para dimensionamento da equipe de Procurement. A tendência é adotar uma abordagem equilibrada, levando em conta tanto o volume financeiro quanto a carga operacional do time.
O dimensionamento da equipe de Procurement não pode ser tratado como uma métrica fixa, mas sim um processo de otimização contínua, baseado em eficiência operacional e geração de valor para a empresa.
Além das métricas abordadas, é essencial que os gestores considerem indicadores como:
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